sábado, 24 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
DIA 24.08.2013 DAS 08:00 hs ÁS 17:00 hs
Vacinação
As ações de vacinação no Rio Grande do Sul são coordenadas e desenvolvidas pelo Núcleo de Imunizações da Vigiliância Epidemiológica e seguem as premissas do Programa Nacional de Imunizações (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. O objetivo é erradicar, eliminar e controlar as doenças imunopreveníveis como a poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B, febre amarela, entre outras.
O Programa Nacional de Imunizações é que estabelece, através de portaria n.º 527/04, a relação das vacinas a serem utilizadas no
Pelo grande número e complexidade dos produtos imunobiológicos em uso atualmente o nível nacional criou o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações - SI-PNI.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
SALADAS
Saladas verdes (folhosas) devem ser desinfetadas, pois geralmente estão contaminadas por bactérias do solo Escherichia coli.
DESINFECÇÃO: lave abundantemente em água corrente os vegetais “in natura”. Dilua em 1litro de água, uma colher de sopa de hipoclorito de sódio a 2,5%.
Mergulhe os alimentos por 15 minutos, no mínimo, e enxague-os em água corrente.
Saladas de produtos em conserva (cenoura, pimentões, tomates, pepinos, palmitos, etc...) são uma alternativa. Entretanto, temos que nos prevenir do Clostridium botulinum causador do Botulismo.
• Utilize somente conservas e enlatados dentro do prazo de validade.
• Evite consumi-los se estiverem com líquido turvo e/ou estufadas. Não prove!
• Na dúvida, ferva o conteúdo por 10 minutos. Deste modo, estaremos inativando a toxina do Clostridium botulinum.
• Saladas que utilizem maionese, creme de leite ou iogurte devem ser mantidas refrigeradas em temperatura de 5º C até o momento de servir.
• Saladas não devem ser manipuladas com as mãos. Utilize utensílios bem lavados.
PRATOS FEITOS
Quem não gosta de um “à la minuta”?
A combinação é perfeita, nutritiva e saborosa, mas pode ter problemas por contaminação de
Clostridium perfingens, Bacillus cereus e Salmonella.• Evite manter os alimentos prontos em temperatura ambiente elevada e por várias horas (incubação bacteriana).
• Evite utilizar ovos sem inspeção para a confecção da maionese: podem estar contaminados com a bactéria Salmonella.
• Dê preferência para carnes inspecionadas pelos órgãos sanitários competentes.
• Mantenha os produtos de origem animal (carnes e ovos) à temperatura de refrigeração até 5 C°, até a hora de elaborar a refeição.
• Sobras sempre devem ser refrigeradas o mais rápido possível. Ao reaquecê-las, revolva a comida dentro da panela para que toda a superfície do alimento sofra aquecimento.
• Caso prefira ovos “coloniais” sem inspeção, a gema deve estar completamente cozida, evitando a sobrevivência de possível Salmonella.
SOPAS GAÚCHAS
Uma boa sopa, quente ou fria, tem o seu valor. São pouco calóricas e muito nutritivas, mas se forem mal armazenadas podem trazer riscos à saúde (Clostridium perfringens, Bacillus cereus).
• Higienize completamente os legumes e verduras com água corrente e desinfecção.
• Produtos de origem animal (carnes, aves, ovos, leite, queijo...) deverão ser inspecionados pelos órgãos sanitários competentes.
• Evite preparar várias horas antes do consumo.
• As sopas devem ser mantidas bem quentes para o consumo (acima
de 60ºC). Sopa morna pode estar incubando bactérias.
• Conserve em refrigerador com temperatura de até 5°C.
• Sobras devem ser reaquecidas, deixando ferver de novo. Colocar no refrigerador ainda quente e sem tampa. Após resfriar, tampar.
• Evite experimentar o recheio cru. É o cozimento que mata as possíveis bactérias contaminantes.
SURTO E DOENÇA TRANSMITIDA POR ALIMENTOS (DTA)
Episódio no qual duas ou mais pessoas apresentam uma doença semelhante depois de ingerir alimentos, inclusive água de mesma origem e onde a evidência epidemiológica ou análise de laboratório implica os alimentos e/ou água como veículo da mesma. • A identificação de casos suspeitos de DTA que possam caracterizar um “surto” obriga o profissional que os atende, mesmo em serviços de emergência, acionar de imediato o sistema de vigilância epidemiológica para que possam ser adotadas medidas de controle precocemente, evitando danos maiores a comunidade.
DIARREIA É SEMPRE MOTIVO DE ATENÇÃO Em circunstâncias gerais a diarreia é classificada como uma indisposição por ter comido ou bebido demais, ou consumido alimentos muito gordurosos. Só os casos mais graves, que duram por dias, é que às vezes chegam até o conhecimento do serviço de saúde. Intoxicações alimentares são comuns. Porém, a grande maioria não é notificada por desconhecimento dos sinais e sintomas dessas doenças, e de que há órgãos públicos responsáveis pelas investigações desses surtos. O tratamento básico é hidratação, preferencialmente com soro caseiro, e alimentação leve. Recomenda-se a consulta ao médico, pois a desidratação que se instala pode levar a desmaios, tonturas e choque hipovolêmico, o que pode até levar a morte.
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS • São síndromes originadas pela ingestão de alimentos e/ou água, que contenham agentes etiológicos em quantidades tais que afetem a saúde do consumidor a nível individual ou a grupos de pessoas (festas, eventos, escolas...). • Podem ser causadas por bactérias, vírus, toxinas, parasitas, substâncias tóxicas e prions.
CLASSIFICAÇÃO •
INFECÇÕES: causadas pela ingestão de microorganismos patogênicos, denominados invasivos, com capacidade de invadir tecidos. Ex: Salmonela. • TOXI-INFECÇÕES: causadas por micro-organismos toxigênicos, cujo quadro é provocado por toxinas liberadas quando eles se multiplicam, esporulam ou sofrem lise na luz intestinal. Ex: Clostridio. • INTOXICAÇÕES: causadas pela ingestão de toxinas pré formadas no alimento devido a multiplicação dos micro-organismos patogênicos. Ex: Estafilococos aureus
SINTOMAS • Geralmente náuseas, vômitos, e/ou diarreia, acompanhada ou não de febre.
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